Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha dá frutos

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Após a comemoração do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, se prolongam, em Julho, as discussões sobre o universo das mulheres negras. Com a organização da Marcha das Mulheres de São Paulo e com o espaço cedido pela Casa 1 (localizada na Rua Condessa de São Joaquim 277, São Paulo), no dia 27 de Julho, às 19h acontece uma roda de conversa, que incentiva os diálogos sobre ser mulher negra. Os frutos da Marcha do dia 25 de Julho, não são apenas os eventos, mas a repercussão das 5 mil mulheres que se reuniram na tarde de terça-feira.

Em São Paulo, a Marcha das Mulheres Negras e Indígenas teve como tema, em 2017 o “As manifestantes fizeram uma parada na Biblioteca Mario de Andrade, onde grupos de indígenas organizaram um ato valorizando as memórias de suas culturas. Houve, também, a fala das líderes da marcha, que orientaram palavras de ordem para a passeata.O coletivo “Levante Mulher” ficou alguns minutos em frente ao Teatro Municipal, onde fizeram uma homenagem a figura de Dandara, líder feminina do Quilombo dos Palmares. A data instituída desde 1992, só foi efetivada no Brasil, em 2014 e desde então, tem sido homenageada como símbolo de resistência das mulheres negras e, hoje, é também tido como o Dia Nacional de Tereza de Benguela, chefia do Quilombo do Quariterê.

Por Quezia Isaías