O universo particular do ator mirim JP Rufino

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Ator de ” Êta mundo bom!” conta na ilha como é prazeroso ser criança.

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 Com a sensação do dever cumprido, JP Rufino (13) encerrou com sucesso seu trabalho como Pirulito em Êta Mundo Bom!, exibida até 26 de agosto. “Contracenei bastante com Sergio Guizé e Marco Nanini, que fizeram o Candinho e o professor Pancrácio. Nas cenas, também havia um burro de verdade, o Policarpo. Foi um quarteto legal e divertido. Foi uma honra fazer parte desse time, ao lado de grandes atores, e posso até dizer amigos para toda vida. Aprendi muito com eles e cada vez mais tive a certeza, o quanto me faz feliz viver a arte! Sentirei saudades. Agradeço a Deus e a todos que me deram essa oportunidade. Missão dada, missão cumprida”, avaliou, na Ilha de CARAS. Anteriormente, JP havia participado das novelas globais Além do Horizonte, de 2013/2014, e Alto Astral, de 2014/2015.

Trabalho finalizado, ele agora aproveita para intensificar as aulas de bateria e voz, pois deseja também ser cantor. Ele é filho de Sérgio Rufino (50), músico do grupo Revelação. E, claro, quer brincar como qualquer menino. “Hoje em dia, as crianças estão ficando cada vez mais conectadas à internet e esquecem das brincadeiras da infância. Minha diversão favorita é o pique -esconde. E me divirto bastante com jogos de tabuleiro ao lado dos meus irmãos”, diz ele, referindo-se a Serginho Rufino, 9, do elenco de Mister Brau, além de Rodrigo, 24, e Paulo Sérgio, 21, por parte de pai. “Também uso as redes sociais, mas peço autorização à minha mãe, Martha Cristina, para escrever o que quero”, completou ele.

Pirulito era grudadíssimo no Candinho. Na vida pessoal, você também tem melhor amigo?

JP – Tento ser de todo mundo. Também considero as pessoas com quem convivo como melhores amigos. Cada um tem uma função na sua vida e vai te ajudar. Pirulito e Candinho confiavam um no outro, se ajudavam. Na vida real, todos também são inseparáveis para mim.

Mesmo com pouca idade, você já participou de campanhas para ajudar crianças necessitadas. Como se sente realizando isso?

JP – Me dá uma sensação boa ajudar quem precisa, é sempre uma felicidade para elas e para mim. Assim que as crianças recebem os brinquedos, vejo a felicidade nos olhos de cada uma delas e também fico bem contente por isso. É uma alegria vê-las se divertindo com o brinquedo que eu dei.

E quando você decidiu que teria a profissão de ator?

JP – Quando era mais novo, eu observava os cantores, via a forma como se apresentavam. Minha grande inspiração foi o Jorge Aragão. Eu imitava até sua barba. Fazia um palco improvisado e começava a cantar igual a ele. Após um tempo, pedi à minha mãe para me colocar em um curso de teatro. Lá me encontrei e disse para ela que este era o sentido da minha vida.

 

 

Autor: Caras Digital